quarta-feira, 31 de março de 2010

PROTESTO: servidores públicos, de São Paulo, tomam avenida paulista

DE SÃO PAULO: Marcos Freire - editor Sul, com colaboração de Adeilson Albuquerque, editoria Norte / Especial para o Panorama Brasil

O jornalista João Carlos Santana, da Rádio CBN, informou que, durante a tarde desta quarta-feira (31), professores estaduais, em greve, continuavam ocupando a avenida paulista, bloqueando o trafego, nos dois sentidos, nas proximidades do Museu de Artes de São Paulo.

Eles realizaram uma passeata. A manifestação conta com servidores públicos e de outras áreas.

O protesto é realizado no mesmo dia em que o governador José Serra anuncia saída do cargo para poder se candidatar a sucessão presidencial.

Retórica

Esta não é a primeira vez que a categoria protesta contra o governo.

Em junho de 2008 a Equipe do Panorama Brasil, também, acompanhou manifestação de professores que reivindicavam, entre outros benefícios, a incorporação das gratificações aos salários e que o piso fosse reajustado com base em índice calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que, na ocasião, previa um salário mínimo de R$ 2.000.

O local da passeata, também, era a Avenida Paulista.

Mais destaques

Ainda durante o repórter CBN, João Carlos noticiou que cerca de 59 milhões e 500 mil pessoas afirmaram ter, pelo menos, uma doença crônica em 2008, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

O levantamento revelou que o percentual de mulheres, com esse tipo de doença, chegou a 35,2% contra 27,2% dos homens.

Primeira noticia/Imagem: protesto na Avenida Paulista reúne estudantes, professores e funcionários do Sintusp.

Foto: Ardilhes Moreira/G1

Marcos Freire é jornalista e responsável pela editoria Centro-Sul do Panorama Brasil.

VIOLÊNCIA: Deputado cria projeto de Lei para coibi-la no futebol

DE MANAUS: Paulo Rogério Veiga / Especial para o Panorama Esporte TV Brasil

Cinco títulos mundiais, o único país a participar de todas as Copas do Mundo, além das inúmeras conquistas do futebol brasileiro na história.

As grandes conquistas do futebol brasileiro poderiam ser motivos de muita alegria, satisfação e respeito, mas a violência é um adversário perigoso e que não perdoa.

O deputado federal Ratinho Junior (PSC/PR), filho do famoso apresentador de TV, Carlos Roberto Massa, o Ratinho, apresentou na Câmara Federal o Projeto de Lei 6569/09 para tornar obrigatória a torcida única em jogos de futebol e que tem medidas para impedir a violência nos estádios brasileiros.

A meta é punir as entidades que desrespeitem a determinação com perda de mando de campo pelo tempo mínimo de seis meses.

Mas o jovem político não parou por aí e não satisfeito criou o Projeto de Lei nº 6908, de 2010 que acrescenta um dispositivo à Lei nº 10.671, de 15 de maio de 2003, sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor.

A proposta é que no momento da compra de ingressos, o cadastramento seja feito com foto e apresentação de documentos e comprovantes de endereço, identificação biométrica e a gravação de imagens com monitoramento de todas as ações de torcedores e freqüentadores de estádios.

A preocupação de Ratinho Júnior foi por conta dos incidentes ocorridos na partida entre Coritiba e Fluminense, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2009.

O deputado Ratinho Júnior se inspirou também nas medidas tomadas no futebol argentino de coibir com a violência de torcedores nos estádios de futebol.

Segundo a matéria veiculada no site http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,torcida-visitante-nao-pode-entrar-na-segundona-argentina,326107,0.htm a torcida visitante não tem vez. Pelo menos, nos jogos da Segunda e da Terceira Divisões na Argentina.

Com exclusividade ao PANORAMA ESPORTE TV BRASIL, o deputado federal Ratinho Júnior (PSC/PR), respondeu algumas perguntas para esclarecer sobre seu Projeto de Lei que visa diminuir e acabar com a violência nos estádios e outras praças esportivas pelo Brasil.

1. Em sua opinião a proposta sendo aprovada vai diminuir consideravelmente o índice de violência nos estádios e outras praças esportivas de qualquer modalidade?

Ratinho Junior - Sim. Com certeza porque não é novidade. A sua eficácia já foram comprovadas no país vizinho, na Argentina. Com essas mesmas medidas, a violência diminuiu consideravelmente. O mesmo queremos para Curitiba, Paraná, para o país. Chega de violência, vandalismo e até mortes.

2. O Senhor já pensou na reação das equipes visitantes se no caso a proposta ser aprovada em não poder comparecer nos estádios?

Ratinho Junior - Sim. Qual é o problema? As pessoas decentes preferem a paz, lutam pelo bem e pela vida. Ninguém em sã consciência irá reclamar.

3. Com a aprovação da proposta os clubes que seriam os visitantes não teriam uma perda financeira, principalmente se forem equipes com pouca expressão futebolística?

Ratinho Junior - Não. Basta ver o exemplo infeliz dado pelo Coritiba, na capital do Paraná. O Clube obteve ganhos ou obteve perdas financeiras imensas? Além, é claro, das perdas humanas e morais.

4. O Senhor já pensou em fazer uma pesquisa com os clubes do futebol brasileiro para saber qual o pensamento destas entidades?

Ratinho Junior - Tenho certeza de que todo dirigente esportivo luta pelo benefício de seus associados, de seu Clube e de toda a Nação desportista. Nenhuma pessoa em juízo perfeito prefere a guerra à paz. Todas

Quem é Ratinho Júnior

Nascido a 19 de abril de 1981, em Jandaia do Sul, Região Norte do Paraná, Carlos Roberto Massa Júnior, mais conhecido por Ratinho Junior. Filho de dona Solange e do famoso apresentador, Carlos Roberto Massa, o Ratinho.

Formou-se em Marketing e Propaganda, pela Faculdade Internacional de Curitiba, Facinter, em 2004. Foi empresário, diretor de empresas e comunicador, profissão que ainda abraça.

Em janeiro deste ano, o deputado federal Ratinho Junior (PSC/PR) foi apontado como o parlamentar que mais apresentou propostas, na Câmara Federal, desde 2007. Ele é o recordista entre os novatos, já apresentou 284 proposições e foi relator de outras 60.

FONTE / AUTOR: Paulo Rogério Veiga é Bacharel em Comunicação, Arbitro de futebol e há 27 anos recebe informações privilegiadas da Federação Internacional de Futebol (FIFA). O escrito é de sua extrema responsabilidade, isentando o Panorama Brasil.

Imagem: Reprodução

terça-feira, 30 de março de 2010

NO CQC: qual sua opinião sobre a atitude do prefeito de Barueri, Rubens Furlan, em chamar os integrantes do programa da Band de babacas e idiotas?

DE SÃO PAULO: Marcos Freire - editor do plantão, com apoio do blogdotas / Especial para o Panorama Brasil

A atitude do Prefeito da cidade de Barueri (SP), Rubens Furlan, mostrada no programa Custe o Que Custar (CQC), da Tv Bandeirantes, na semana passada (22), foi de um verdadeiro representante do povo?

A liberdade de imprensa, em nenhum momento, como demonstrou a reportagem de Rafinha Bastos e Danilo Gentili, foi respeitada, posta em prática ou evidenciada pelo prefeito Furlan.

“Vocês são uns babacas, sem nenhum talento, uns tontos, que se vêm no direito de ridicularizar o Congresso. Quem são vocês? Vocês são uns babacas que só prestam pra desmoralizar as pessoas e a democracia, se você quer saber, é o que permite vocês fazerem o que estão fazendo. Custe o que custar, estes babacas”, disse o prefeito Rubens Furlan sem nenhum respeito ao repórter Danilo Gentili e aos milhões de espectadores do programa.

O prefeito, em vários momentos, ridicularizou os integrantes do CQC e agiu com preconceito a Marcelo Tas, quando lhe chamou de careca idiota. “O que faz ter medo de vocês, seus babacas? E aquele careca idiota? Bando de babacas”, falou mal o prefeito enfurecido.

Ao ser questionado por Danilo “se o senhor chamou um programa de televisão de babaca como o senhor chama o seu irmão que recebe uma televisão e deixa ser desviada”? Ele respondeu ”Graças a deus o município de Barueri não precisa de televisão. Olha careca, leva essa televisão pra sua família, pra sua mãe ou sua irmã. Vocês todos são babacas publicamente”, reiterou o prefeito de Barueri.

Contra censura e ilegalidade: lição de cidadania no programa CQC

O Panorama Esporte TV Brasil repercute a decisão do Desembargador Marrey Uint, da Terceira Câmara de Direito Público, do Tribunal de Justiça de São Paulo, diante da atitude truculenta e ilegal das autoridades da cidade de Barueri: primeiro desviaram um recurso doado pelos profissionais do CQC - um televisor de tela plana- à Secretaria de Educação do município Barueri; depois impediram a reportagem de ir ao ar na última segunda-feira, no CQC, na Band, por meio de artifício jurídico que foi deferido pela MMa Juíza Nilza Bueno.

Em seu blog (blog oficial de Marcelo Tas), Tas transcreveu trechos do texto do próprio Desembargador Marrey.

1. Em que pese a extinção da ação, a liminar trouxe ao conhecimento deste Magistrado fatos que merecem melhor análise, dado o seu contúdo e os princípios que norteiam a Administração Pública.

Não existe democracia sem uma Imprensa Livre e o preço dessa liberdade é balizado pela responsabilidade decorrente dos atos praticados por seus integrantes e veículos.

A Carta Constitucional, em seu artigo 220, consagra a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sem qualquer restrição, estabelecendo o parágrafo 1º a plena liberdade de informação jornalística, proibindo o parágrafo 2º, qualquer tipo de censura de natureza política, ideológica ou artística.

Nesta linha de pensamento, a matéria jornalística realizada, de evidente cunho investigativo e de interesse público, acabou por demonstrar, no mínimo, a falta de observância dos princípios da moralidade e da legalidade.



A ação da Agravante mostra apenas o grau de credibilidade nos homens públicos brasileiros, sugerindo, infelizmente, que “lançada a isca, a pesca é certa”.

O que vem noticiado na peça inicial da Agravada (fls. 70/77) não condiz com o que consta da matéria jornalística (fls. 95), e é flagrante a contradição entre os depoimentos dos entrevistados, como o do Sr. Secretário da Educação, da Sra. Diretora da Escola e dos funcionários municipais, inclusive o tal “Sintonizador”, a levar à conclusão da necessidade de investigação profunda sobre a ocorrência de atos de improbidade administrativa.

Diante do exposto, …, determino que se extraiam cópias de todo o recurso, as quais, acompanhadas do DVD, de fls. 95 por mim autenticado, deverão ser encaminhadas ao Exmo. Procurador Geral de Justiça para as apurações necessárias.

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
TERCEIRA CAMARA DE DIREITO PUBLICO


FONTE/FOTO: Marcelotas.blog.uol.com.br /Reprodução

Marcos Freire é jornalista e responsável pela Central Panorama Centro Sul

GERAR NOTICIA: panorama@folha.com.br / Breve o SITE PANORAMA DO BRASIL

segunda-feira, 29 de março de 2010

CRÔNICA DA BRU: Fim de jogo

DE VITÓRIA/ES: Brunella França / Especial para o Panorama Brasil

O Maracanã está lotado. Mas a bola está silenciosa e quieta, não sairá do meio do campo.

Na Tribuna de Honra do maior estádio do mundo, as palavras e as lágrimas. Lá está aquele que nos ensinou tanto sobre a arte do futebol.

Aquele que usou de letras primorosas para nos fazer ainda mais apaixonados – como se possível fosse – pelo esporte mais popular do mundo.

E se foi invenção inglesa, recebeu lapidação genuinamente brasileira. Os magos, gênios, craques da bola somos nós. O resto corre atrás – e bem atrás!

Botafoguense do Acre

O botafoguense Armando Nogueira foi convocado, aos 87 anos, a entrar para o time celeste da estrela solitária.

Nascido no Acre (AC) foi para o Rio de Janeiro com 17 anos, onde se formou em direito.

A carreira de jornalista começou em 1950, no jornal Diário Carioca, onde foi repórter, redator e colunista.

Ao longo dos 60 anos de carreira, passou também pela Revista Manchete, O Cruzeiro, Jornal do Brasil.

Participou da cobertura de diversas Copas do Mundo a partir de 1954 e dos Jogos Olímpicos, a partir de 1980.

Este ano, não teremos mais suas análises, opiniões e palpites na Copa da África do Sul. Mas seguiremos com as lições que o mestre tão bem nos ensinou.

O futebolista nos fez entender que a bola não é só ela, é o que está à frente dela, é o que ela representa e vai disso, muito além.

A bola de futebol é a pequena esfera representante de uma esfera maior, o mundo, eleita instrumento de emoções, sonhos e sentimentos.

No esporte coletivo mais praticado no planeta, a bola é disputada, pleiteada, concorrida, centímetro a centímetro por vinte e dois homens ou vinte e duas mulheres (por que não?), numa arena verde em luta pertinaz e ferrenha para que a tenham em instante ínfimo na ponta do pé e poder com ela bailar, conduzindo-a, em determinação numa dança frenética às traves adversárias.

E poucos foram os que tão bem compreenderam esse balé do toque até o momento máximo, de glória e extremo êxtase, o instante do gol. Que descarga é essa de adrenalina que sentimos quando a rede estufa? Como explicar essa paixão que provoca lágrimas, risos, reações fortes? Em criança, aprendi que quando o mistério é grande demais, a gente não ousa desobedecer.

O futebol tem o simultâneo poder absoluto de, em um só instante, fazer sofrer e aprazer partes em competição.

Euforia e frustração caminham juntas porque para alguém ganhar, alguém tem que perder. Mas hoje, no jogo da vida, perdemos todos os amantes da bola.

Torcidas se reúnem para homenagear um dos maiores nomes do jornalismo esportivo brasileiro. Um cronista capaz de nos devolver a mágica que parecia perdida na arte de jogar futebol.

Se a bola soubesse o encanto que tem não passaria a vida rolando de pé em pé”, Armando Nogueira.

FOTO: Reprodução Contigo.

FONTE / AUTOR: A autora é escritora e, chegando a ganhar o Prêmio Direitos Humanos 2004 de Redação, jornalista, além de fazer Assessoria de Comunicação na cidade de Vitória, Espírito Santo (ES). Veja a publicação de seu primeiro romance no site: www.abcles.com.br. O escrito, e publicação desta Crônica, é de responsabilidade sua e dos editores do Panorama Brasil.

Fale com a autora: panorama@folha.com.br

ELEIÇÕES 2010: pesquisa Datafolha indica subida de Serra sobre Dilma e Geraldo Alckmin lidera com folga disputa pelo governo de São Paulo

DE SÃO PAULO: Marcos Freire, com informações do R7.com / Especial para o Panorama Brasil

Uma nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na edição de sábado (27) do jornal Folha de S.Paulo mostra que o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra (PSDB), retomou fôlego e voltou a subir nas intenções de voto, abrindo nove pontos de vantagem sobre a pré-candidata do PT, a ministra Dilma Roussseff.

O tucano tem 36% e a petista soma 27%, de acordo com a sondagem.

Na pesquisa anterior, feita entre os dias 25 e 26 de fevereiro, Serra aparecia com 32% e Dilma com 28%.

O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) ficou com 11%, e a senadora Marina Silva, pré-candidata do PV, manteve os mesmos 8%.

Indecisos, brancos e nulos somaram 7% e não responderam ou não souberam responder, 11%.

Anteriormente, Ciro ficou com 12%.

O levantamento foi registrado sob o número 6617/2010 e foi feito entre os dias 25 e 26 de março.

A margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidos 4.158 eleitores.

Governo de São Paulo, pesquisa aponta:

Levantamento do Datafolha mostra Alckmin com 53% e Suplicy em segundo, com 19%.

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) lidera a disputa pelo governo do Estado de São Paulo com 53% das intenções de voto, no cenário mais favorável no primeiro levantamento do Instituto Datafolha, divulgado nesta segunda-feira (29).

De acordo com a pesquisa, que alternou os nomes dos candidatos petistas, Eduardo Suplicy aparece com 19% das intenções de voto, seguido por Aloizio Mercadante, com 13%.

Celso Russomano (PP) tem 10%, Fabio Feldmann (PV), 3%, e Ivan Valente (PSOL), 1%.

Paulo Skaf (PSB) tem 2% se for candidato. O clima entre os partidos ainda é de incerteza, pois algumas siglas ainda não definiram seus candidatos.

Na pesquisa de avaliação do governo de José Serra (PSDB), 55% dos eleitores do Estado aprovam a gestão, 32% avaliam o desempenho como regular e 11% dizem que o governo do tucano é ruim ou péssimo.

A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 25 e 26 de março e ouviu 2.001 eleitores no Estado.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

FOTO: Reprodução

FONTE: R7.com

Marcos Freire é jornalista e responsável pela Central Panorama Centro Sul