quinta-feira, 4 de março de 2010

CIDADANIA: III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos será em Macaé/RJ


DO RIO: Betina Bianca, da Agência de Notícias do Terceiro Setor, especial no Panorama Brasil

A Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos (feirarsebaciadecampos.com.br) será realizada este ano nos dias 19, 20 e 21 de maio, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro), das 14h às 21h.

Promovida desde 2008 pela revista Visão Socioambiental e parceiros, a feira busca disseminar conceitos e estimular ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade nos municípios da área de influência da Bacia de Campos, região que tem como principal atividade econômica a exploração de petróleo - fonte energética não renovável.

A III Feira de RSE Bacia de Campos – cujo tema central é “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável - terá a participação de empresas, organizações não governamentais, gestores públicos, universidades, profissionais liberais, estudantes, instituições de classe, entidades socioambientais, entre outros.

No evento estão incluídos stands, Fórum com palestras, painéis e mesa-redonda.

A entrada é gratuita, inclusive para o Fórum, bastando o interessado se credenciar pela internet ou no local.

A III Feira de RSE Bacia de Campos contará com a participação de nomes consagrados na área de Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade, tais como a economista Amyra El Khalili, o também economista e ambientalista Sérgio Besserman, presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável e de Governança Metropolitana do Rio de Janeiro e professor de economia brasileira na PUC-Rio, a jornalista Amélia Gonzalez, além de representantes de organizações não governamentais e de grandes empresas.

De acordo com o jornalista Martinho Santafé, diretor da Revista Visão Socioambiental, as duas Feiras anteriores mostraram ser o e vento uma excelente oportunidade para a troca de conhecimentos e experiências, possibilitando, inclusive, o surgimento de parcerias e de ações pela sustentabilidade regional envolvendo atores diversos.

O grande objetivo da Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos é sensibilizar pessoas a participarem ativamente da construção de um mundo mais sustentável”, diz o jornalista.

Realização: Revista Visão Socioambiental e parceiros.

Tema: “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável”.
Local: Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro)
Mais informações: www.feirabaciadecampos.com.br

Apoio: Planeta Voluntários / Panorama Brasil

FOTO: Reprodução.

FUTEBOL POLITICA: força de dirigentes do Sul é o maior problema


DE MANAUS: Paulo Rogério Veiga / Especial para o Panorama Esporte TV Brasil

O Botafogo joga com a vantagem do empate, contra o São Raimundo-PA, na partida de volta, pela Copa do Brasil.

A decisão foi anunciada na tarde desta quarta-feira (3) pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O time paraense venceu no jogo de ida no Pará, mas utilizou três jogadores irregulares no confronto e perdeu os pontos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

A perda de pontos do São Raimundo foi justa.

Isso é inquestionável, mas o se discute é a força política dos times sulistas na CBF.

Todo cuidado é pouco para os times nortistas e até mesmo do Nordeste, quando o assunto exige alguma força extra para confrontar com clubes do sul.

O vacilo do time paraense custou uma vantagem boa, mas que foi jogado no lixo pelo descuido ou má fé dos dirigentes do São Raimundo.

Diante das circunstâncias na partida diante dos cariocas, só mesmo agora uma grande exibição pra calar a boca de todos e provar em campo que o time paranaense tem condições de conquistar a vaga, sem depender de qualquer procedimento antidesportivo.

FOTO: Reproducão.

FONTE / AUTOR: Paulo Rogério Veiga é Bacharel em Comunicação e há 27 anos recebe informações privilegiadas da Federação Internacional de Futebol (FIFA). O escrito é de sua extrema responsabilidade, isentando o Panorama Brasil.

GERAR NOTICIA: panorama@folha.com.br

domingo, 28 de fevereiro de 2010

HISTÓRICO: Falklands ou Malvinas?


DE BLUMENAU/SC: Fernando Mellis / Especial para o Panorama Brasil.

Uma guerra vencida pela Inglaterra em 1982, volta à pauta da política internacional.

Após a notícia de que poderia haver uma grande quantidade de petróleo no território britânico a Argentina reascendeu uma disputa pela ilha alegando entre os principais motivos a proximidade geográfica com o país.

Ora, se esse fosse o problema, então nenhum país poderia ter territórios ultramarinos.

Para me envergonhar mais ainda o presidente Lula falou em uma cúpula de países latino-americanos, em Cancún, que as Malvinas deveriam pertencer à Argentina justamente por causa da proximidade.

Presidente fique atento aos fatos:

A Inglaterra chegou à ilha em 1765 quando John Byron fundou uma base naval em Egmont (Malvina Ocidental).

Quando a França vendeu a parte oriental da ilha para a Espanha, houve uma disputa, mas ficou decidido que a parte ocidental ficaria com o Reino Unido e a oriental com a Espanha.

Até aí nada de argentinos, apenas colonizadores espanhóis.

Por outro lado, mesmo que já existisse a Argentina só teve a independência reconhecida em 1863, ou seja, como um país que nem independente era quando a Inglaterra chegou as Malvinas pode querer ter posse da ilha?

Durante algum tempo o território esteve fora de disputas, mas em 1820 a Argentina com independência proclamada em 1816 montou uma colônia penal nas ilhas e em 1829 nomeou Luis Vernet governador para colonizá-la.

O Reino Unido invadiu as ilhas em 1833, só que havia apenas 25 argentinos lá e eles saíram amigavelmente.

Mesmo sem argentinos nas Malvinas as disputas terminaram depois de muito tempo quando o Reino Unido venceu a Guerra das Malvinas em 1982.

As Falklands (nome inglês das Malvinas) são habitadas por mais de 3 mil pessoas que têm cidadania inglesa e são a décima geração desde o início da colonização britânica.

O fato fica mais interessante quando se trata de dinheiro, este que poderia surgir caso exista petróleo nas ilhas.

Argentina e Inglaterra firmaram um acordo em 1995 para a exploração conjunta do petróleo no local, mas, este foi reincidido pelos argentinos em 1997.
Agora que o Reino Unido descobriu petróleo, fica fácil a Argentina pleitear o território. Porém na ONU as coisas não parecem mudar. A Inglaterra deve continuar com a ilha e com todo o dinheiro dos recursos naturais obtidos lá.

Imagem: Reprodução

FONTE /AUTOR: Fernando Mellis é critico observante do momento político Brasileiro, com fontes fidedignas no Distrito Federal (DF), alem de ter obtido vasta experiência nas Rádios Globo e CBN – AM/Curitiba e escrever artigos e crônicas sobre atualidades.

COPA DE 2014: o gasto será o dobro da África do Sul


DE MANAUS: Paulo Rogério Veiga / Especial para o Panorama Esporte TV Brasil.

O site Futebolfinance.com divulgou nesta semana que a Copa Mundial da FIFA, Brasil12014 será investido o dobro do que na África do Sul este ano.

Serão exatamente 7.090 milhões de euros, enquanto os sul africanos desembolsaram 3.226 milhões de euros.

São valores que deixam qualquer governante e o povo de antena ligado, pois muito dinheiro assim pode tomar outro rumo e não seguir o caminho das obras em prol da Copa 2014.

No Brasil, praticamente todos os estádios serão construídos, com exceção do monstrengo Morumbi, condenado por várias vezes pela FIFA, o Maracanã, que será palco da final e o Mineirão, que tem um projeto de readaptação para o mundial considerado muito bom.

Na África do Sul, também houve a construção de quase todas as praças, mas com um investimento menor e que teve pelo caminho muitos atropelos.

A África do Sul 2010 não terá um transporte adequado para a Copa.

O país não tem o costume de ônibus, por isso serão utilizadas várias Vans.

Mas vem a pergunta. E a FIFA deixou passar em branco essa exigência??? Claro que não, o que a Federação Internacional pediu ao Comitê Organizador Local (COL) que fizesse todos os esforços para resolver o problema.

Aqui serão construídas vias especiais para a implantação do chamado trem leve (Monotrilho) e o Bus Rapid Transit (BRT).

Sem contar com o trem bala, que ligará Rio-São Paulo, mas que infelizmente não ficará pronto para 2014 e sim para os Jogos Olímpicos, Rio’2016.

A infra-estrutura no Brasil será muito maior do que na África do Sul.

O país quer e deseja por um desenvolvimento moderno e eficaz. Isso será cumprido com a realização das obras do mundial.

O anseio de cumprir a risco o caderno de encargos da FIFA pode deixar de lado outras melhorias, mas que ao final os investimentos direcionados ao mundial em atender os 26 requisitos (Estádio, Entorno do Estádio, Transporte e infra-estrutura, Centros de Treinamentos, Parque de Eventos “Fan Parks”, Comunicação, Marketing e Notícias, Gerenciamento de Desastres, Eventos da FIFA, Sustentabilidade, entre outros) irão contribuir para um futuro melhor.

FOTO: Reproducão.

FONTE / AUTOR: Paulo Rogério Veiga é Bacharel em Comunicação e há 27 anos recebe informações privilegiadas da Federação Internacional de Futebol (FIFA). O escrito é de sua extrema responsabilidade, isentando o Panorama Brasil.

GERAR NOTICIA: panorama@folha.com.br